Justiça libera R$ 13,3 milhões para pagamento de demitidos da Dedini

Publicado no dia 14/03/2017 às 22:27Por: Assessoria de Imprensa

Foto: Dvulgação/Codistil

A Dedini Indústrias de Base está empenhada para que a liberação dos aproximadamente R$ 21 milhões referentes à venda do estacionamento do Shopping Piracicaba seja feita na totalidade o quanto antes para aos credores trabalhistas. A empresa peticionou, com o apoio da Deloitte, para que a Justiça liberasse imediatamente os recursos dos trabalhadores concursais, uma vez que todos os dados já estavam checados no decorrer do processo. Atendendo ao pedido, o juiz Marcos Douglas Veloso Balbino da Silva, da 2ª Vara Cível de Piracicaba, determinou nesta segunda-feira (13), o pagamento, via transferência bancária, de R$ 13,3 milhões aos credores trabalhistas concursais – que foram demitidos antes do início do processo de recuperação judicial da empresa.

No caso dos extraconcursais, a Dedini já entregou todas as informações necessárias para que a Deloitte, administradora judicial, as encaminhe à Justiça, para que possa ser feito o rateio. “A planilha dependia do fechamento de alguns valores, alterados em função de decisões judiciais, e da checagem de contas-corrente nos casos em que foram informadas posteriormente pelos trabalhadores ou que houve mudança de representante legal”, esclarece Alexandre Temerloglou, da Siegen, consultoria independente que assessora a Dedini na Recuperação Judicial.

PARCELA MÍNIMA – A liberação dos aproximadamente R$ 21 milhões referentes à venda do estacionamento do Shopping Piracicaba, que estava atrelada à aprovação do plano de recuperação judicial, permitirá que a Dedini liquide os passivos de mais da metade dos credores trabalhistas concursais e extraconcursais.

De acordo com o consultor, a parcela mínima sugerida pela empresa é de R$ 20.600,00, uma vez que os valores inferiores serão liquidados de acordo com o saldo existente.

Recentemente, por recomendação da Deloitte, administradora judicial do processo, a sugestão foi pagar aos trabalhadores o teto sugerido pela Dedini, sem o rateio proporcional do saldo remanescente, visando assim um procedimento mais célere e o pagamento imediato dos valores alimentares. O saldo remanescente continuará depositado nos autos da recuperação judicial para futuros rateios.

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